Não mais

Da conversa do Mojo com o Carlos André, no Mundo Livro:

Daniel Pellizzari – Eu poderia ficar elucubrando um bom tempo sobre isso, mas acho que no fundo foi mesmo isso: uma vontade de estar mais próximo do leitor, de transmitir e formar alguma conexão emocional. E ao mesmo tempo uma necessidade súbita de explorar personagens (ou seja, pessoas). Comecei a me dar conta de que era isso que eu gostava em boa parte dos meus livros prediletos, mas que por algum motivo (medo, imaturidade, empáfia juvenil) eu tinha evitado nos meus livros anteriores.

Fiquei bastante feliz em ler isso, tão feliz quanto em ler o seu Digam a Satã que o Recado foi Entendido. Afinal de contas, esse hermetismo sempre foi a barreira que me impedia de gostar dos livros tanto quanto gosto do autor.

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